Por conta da pandemia do novo coronavírus, especialistas acreditam que dinheiro será usado, principalmente, para o pagamento de dívidas

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Em um momento tão atípico e instável da sociedade, o período de final de ano representa um suspiro de alívio. Afinal, com ele vem também o tão esperado décimo terceiro. Uma ajuda muito bem vinda na hora de pagar suas dívidas.

“Hoje, o 13º tem muito mais um papel corretivo do que preventivo. Ele é um pagador de erros na tomada de decisão de compras e gastos de consumo do trabalhador”

A observação acima, de Reinaldo Domingos, PhD em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), concedida ao R7 mostra como o 13º foi pouco a pouco sendo incorporado no orçamento das famílias.

Segundo ele, o dinheiro extra não deveria ser utilizado para quitar dívidas, mas, infelizmente, essa é realidade de boa parte da população brasileira, especialmente por conta da pandemia.

Para que a renda extra não acabe rapidamente é importante entender primeiro quanto vai se gastar numa possível negociação de crédito. Afinal de contas, não adianta fechar acordos que você não conseguirá honrar.

Para evitar isso, guarde os seguintes passos consigo:

  • Mapear o orçamento;
  • Verificar se o padrão de vida está de acordo com a renda; e
  • Buscar a renegociação.

O efeito bola de neve

Quantas vezes você não já viu alguém fazer as já tradicionais “compras de fim de ano” parcelando tudo no cartão?

Pois é, esse movimento tão comum quanto imprudente é o que faz com que a maioria das famílias já comecem o ano novo com dívidas. Essa decisão precipitada se torna uma bola de neve que te faz ficar esperando o 13º na esperança de solucionar a crise.

Para evitar isso, separamos algumas dicas para você seguir e se atentar:

  • Prepare uma lista do que pretende comprar;
  • Quem vai presentear;
  • Estipule limites de valores;
  • Insira a ceia de Natal e os presentes já no orçamento financeiro mensal;

E que diferença isso vai fazer?

Como observado antes, passamos por um momento de crise econômica e política. Esse cenário serve como um alerta para que o brasileiro faça uma reserva financeira emergencial.

Como analisado pela educadora financeira, Teresa Tayra, esse é um esforço que vale a pena. Principalmente porque o início de ano costuma trazer gastos que afetam diretamente o orçamento da família, como:

  • IPVA;
  • IPTU;
  • Matrícula de escola;
  • Material escolar; e
  • Uniforme escolar.

Um bom planejamento financeiro é sentido rapidamente após a realização do mesmo. Seja nas despesas pessoais e familiares, seja na sua empresa. Por isso acreditamos na eficiência desse tipo de serviço e nos especializamos com alguns dos principais players da área.

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A matéria foi originalmente publicada no portal R7.